terça-feira, 28 de julho de 2009

CANA IRRIGADA COM EFLUENTE

Cana irrigada com efluente do esgoto doméstico tem maior produtividade.
Experimentos realizados numa área de cerca de 6 mil metros quadrados na cidade de Lins, em São Paulo, mostraram a viabilidade de utilização de efluentes de esgoto doméstico na irrigação de uma cultura experimental de cana-de-açúcar.“O efluente foi retirado da estação de tratamento de esgoto da cidade. A irrigação com o líquido propiciou uma melhor produtividade da cultura, em relação ao manejo tradicional. A produção foi superior em cerca de 50%”, estima o engenheiro agrônomo Rafael Marques Pereira Leal, aluno do programa de doutorado da Esalq - Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP de Piracicaba.
As pesquisas tiveram início em 2005 quando uma equipe coordenada pelos professores Adolpho José Melfi e Célia Regina Montes, realizou o plantio da cana e passou a irrigar a cultura com efluente de esgoto tratado. Os estudos integram um projeto temático da Fapesp - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.
Segundo Leal, o efluente de esgoto doméstico possui pouca contaminação de metais pesados. “No final do experimento é que constatamos um alto teor de sódio no efluente. Esses teores tendem a aumentar também no solo e, caso não seja manejado, podem ocasionar prejuízos ao solo e à planta”, lembra. “Apesar de propiciar maior produtividade em relação ao cultivo tradicional, a irrigação da cana-de-açúcar com efluente requer cuidados e monitoramentos constantes”, recomenda o engenheiro.
O efluente foi bombeado à plantação após passar por um filtro de areia que reteve algumas partículas em suspensão que poderiam entupir o sistema de irrigação. Ele continha além de água, nitrogênio, fósforo e potássio que são importantes para a cultura. Normalmente, o líquido é lançado em cursos d'água, o que pode ser danoso ao meio ambiente.
Leal lembra que em outros países, principalmente os que possuem climas áridos, como Austrália e Israel, é comum a utilização de efluentes de esgoto na irrigação de diversas culturas. De acordo com Leal, ainda serão necessários estudos que analisem a viabilidade econômica da aplicação de efluentes na irrigação da cana-de-açúcar. “Principalmente porque em alguns locais, com a impossibilidade de canalização do efluente, teríamos custos com o transporte do líquido”.
Fonte: Agência USP
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sexta-feira, 17 de julho de 2009

O BOI AGORA ENGOLE O CHIP

COM NOVA TECNOLOGIA, O BOI AGORA ENGOLE O CHIP.
A tecnologia para rastrear o gado bovino que os pecuaristas brasileiros começam a ter acesso já é usada há cerca de cinco anos por produtores europeus. O chip que armazena as informações de cada animal - e fica no estômago do boi - teve seu uso intensificado a partir de 2004, com a preocupação gerada pela doença da "vaca louca" na Europa, explica Luis Henrique Amadeu, gerente de operações de cerâmica avançada do grupo francês Saint-Gobain, que acaba de lançar essa tecnologia de rastreamento no país.Usando um chip para rastreamento, desenvolvido pela Texas Instruments, a francesa criou e patenteou um "tag" (etiqueta em português) de cerâmica, que pode ser engolido pelo boi. Segundo Amadeu, o chip ou transporder com o número de identidade do animal é envolvido por uma cápsula de cerâmica biocompatível. O material permite que seja introduzido no rúmen (parte do estômago) do animal. "O boi engole e a cápsula se aloja na segunda câmara ruminal e não é expelido até o abate", explica Amadeu.Ele acrescenta que a identificação de cada bovino é feita por radiofreqüência. Assim, o pecuarista que adquire a tecnologia tem também de comprar uma leitora para registrar os dados do chip e uma antena - que lê as informações na frequência do chip - e uma leitora para registrar os dados do "tag".Segundo Amadeu, a tecnologia facilita o manejo de rebanhos bovinos numerosos e a identificação eletrônica permite associar ao animal seus históricos de sanidade, de movimentação, manejos. Além disso, o sistema de identificação pode ser integrado ao Sisbov (sistema de rastreabilidade oficial). Hoje, a maior parte dos animais registrados no sistema são identificados por meio de brincos.Além da Safe Trace, a tecnologia também está sendo testada por pecuaristas do Mato Grosso do Sul. De acordo com Amadeu, cada chip custa R$ 10, e a leitora e antena saem por R$ 6.8 mil.
Fonte: Valor Econômico - Alda do Amaral Rocha
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sexta-feira, 10 de julho de 2009

A PECUÁRIA NÃO É A MAIOR RESPONSÁVEL PELA DESTRUIÇÃO DA CAMADA DE OZÔNIO

Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (USP) mostraram, nesta sexta-feira (10), que a pecuária não é a maior responsável pelas emissões de gases de efeito estufa. O estudo foi apresentado na 20ª reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Carne Bovina, realizada no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “O gado não é o grande vilão da destruição da camada de ozônio”, afirmou o representante do Laboratório de Bioquímica Ambiental do Centro de Energia Nuclear na Agricultura da universidade, Marcelo Galdos. Segundo o pesquisador, ao considerar todos os gases de efeito estufa, como gás carbônico, óxido nitroso e metano, a agropecuária representa apenas 20% do total da emissão mundial. “Há uma distorção dessa imagem do gado como grande emissor. Existe gente querendo parar de comer carne achando que vai ajudar o meio ambiente, quando, na verdade, se estivesse mudando seus hábitos, inclusive de transporte, poderia ter impacto ainda maior”, disse. O estudo aponta, ainda, que a pecuária intensiva, feita com manejo correto, pode gerar energia. O confinamento, onde há grande quantidade de gado em espaço reduzido, é visto como alternativa. Isso porque a concentração de resíduos (esterco) pode ser transformada em energia por meio da biodigestão. “Esse metano, que iria para a atmosfera pela decomposição desse resíduo pode ser usado para gerar energia, substituindo outras fontes”, explicou Marcelo Galdos.
GTA ELETRÔNICA
Ainda durante a reunião, o setor aprovou a adoção da Guia de Trânsito Animal (GTA) eletrônica, que está em fase de experimentação pelo Mapa. O presidente da Câmara Setorial da Carne Bovina, Antenor Nogueira, considera o único documento capaz de mostrar a realidade do boi: onde nasceu, para onde foi, se houve engorda e data de abate. “A GTA dá confiabilidade e ainda mais transparência ao processo criatório no Brasil”, ressaltou.
Fonte: Mapa
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sábado, 2 de maio de 2009

VACINAÇÃO CONTRA AFTOSA COMEÇOU ONTEM

Começou ontem (1°) a primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Febre Aftosa nos rebanhos brasileiros, em 19 estados e no Distrito Federal. A expectativa para este ano é de que 150 milhões de bovídeos (ovelhas, cabras e bois) sejam vacinados. No ano passado, a primeira etapa imunizou mais de 149 milhões. A vacinação permite ao Brasil manter a condição de exportador e importador de carne e animais, além de manter-se livre da febre aftosa. Segundo a coordenadora do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção de Febre Aftosa, Franciane Abrantes Assis, existem atualmente algumas suspeitas identificadas e notificadas que estão sendo investigadas pelo serviço veterinário de cada estado, mas há três anos não há casos da doença no país. “Desde abril de 2006, que o Brasil não apresenta febre aftosa em seus rebanhos. Mas o trabalho de vigilância dos serviços veterinários estaduais estão analisando alguns casos suspeitos em várias regiões do país”, disse Franciane Assis. A meta para este ano é que a cobertura vacinal seja praticamente total em todo o território. “O Brasil tem atingido índices de cobertura vacinal igual a 90% nos últimos anos. Isso permite uma cobertura imunitária do rebanho atingindo a meta esperada pelo programa”, ressalta Franciane. De acordo com Franciane Assis, a vacina de febre aftosa é comprada e aplicada pelo próprio produtor. “Essa forma de participação do produtor funciona muito bem no Brasil, e nós temos produtores hoje muito atuantes. Pois, a vacinação se tornou uma rotina no país. Então os produtores compram e aplicam, depois vão até os escritórios de serviços veterinários do Estado e comunicam a vacinação.”, explica. A fiscalização é feita pelos serviços veterinários estaduais, que supervisionam rotineiramente cada etapa da vacinação. Os agentes responsáveis checam as declarações entregues pelos produtores, caso seja encontrada alguma irregularidade o produtor pode ser penalizado com multa e pode inclusive ter a ficha que permite a movimentação de animais bloqueada. Cada estado estipula o valor da muta que será cobrado. A primeira etapa de imunização ocorre no Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Tocantins, Distrito Federal, em Goiás, Minas Gerais, Rondônia, Sergipe e na Bahia. No Espírito Santo, Paraná , em São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul serão imunizados apenas os bovinos e búfalos com até 24 meses de idade. Até o final do ano, a meta é aplicar cerca de 400 milhões de doses de vacinas nas duas etapas de vacinação.
Fonte: Agência Brasil
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terça-feira, 24 de março de 2009

SÃO PAULO AVANÇA NA VACINAÇÃO CONTRA AFTOSA

Estado avança e vacinação contra aftosa será somente para bovinos até 24 meses
Na etapa de vacinação de maio, os pecuaristas do Estado de São Paulo serão obrigados a vacinar todos os bovinos e bubalinos com até 24 meses de idade. Antes, a obrigatoriedade era para todas as idades. A imunização de todo o rebanho só deverá acontecer uma vez ao ano e ficou determinada para a etapa de novembro. A solicitação do Estado em alterar o calendário de vacinação contra a febre aftosa recebeu parecer favorável do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O avanço do Governo de São Paulo só pôde ocorrer devido aos expressivos índices de imunizações alcançados nas campanhas realizadas, há 13 semestres com cobertura acima de 90% do rebanho, e também porque o Estado não registra nenhum caso da doença há 13 anos (completados em 2009). Segundo o secretário João Sampaio, a conscientização do pecuarista e o trabalho sanitário da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), responsável pela sanidade animal e vegetal, permitiu tal avanço. “Nossa estratégia é caminharmos para a retirada total da vacina, mas vamos gradualmente adotando as medidas necessárias para isso ocorrer”, afirma o secretário. São Paulo tem hoje um rebanho bovino da ordem de 12 milhões de cabeças, mas é um grande corredor de exportação. A cadeia de bovinos é o segundo item na pauta de exportações, totalizando US$ 3,16 bilhões em vendas externas em 2008, e perde somente para o setor sucroalcooleiro (açúcar e álcool).
Fonte: SAA/SP
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