sábado, 17 de outubro de 2009

PALMEIRA MACAÚBA, OPÇÃO PARA PRODUÇÃO DE RAÇÃO ANIMAL

No Brasil, a macaúba aparece de forma espontânea em diversos estados do Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.
Pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estudam tecnologias para aproveitamento econômico e sustentável dos frutos da macaúba, palmeira nativa de florestas tropicais, para a produção de biodiesel e ração animal. A planta produz até cinco mil litros de óleo por hectare. A extração é feita por moagem e prensagem dos frutos, explica o pesquisador da Embrapa Agroenergia, Leonardo Bhering. O resíduo pode ser usado como fertilizante orgânico ou como ração para bovinos, caprinos e ovinos.
A Embrapa Agroenergia e a Embrapa Cerrados, com financiamento do Ministério da Agricultura, realizam levantamento da ocorrência de maciços nativos de macaúba, em Minas Gerais e Goiás. Os resultados desse estudo podem levar à definição de regiões para instalação de usinas de biodiesel.
Fonte: Mapa
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"CHIP DO BOI" TESTADO EM MINAS GERAIS

Fazenda em Prudente de Morais foi a primeira a receber os brincos com tecnologia 100% nacional.
Os brincos com o "Chip do Boi" forão aplicados em 500 cabeças de gado na Fazenda Santa Rita, em Prudente de Morais, município distante cerca de 50 km de Belo Horizonte. A demonstração aconteceu na sexta-feira, 16 de outubro, na propriedade que pertence à Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig).
A tecnologia foi desenvolvida pela Ceitec S.A., a primeira empresa especializada no desenvolvimento e produção de chips da América Latina. Situada em Porto Alegre, RS, a empresa é uma estatal, com fins lucrativos, vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).
Ao todo, a Ceitec vai testar 10 mil brincos em outras fazendas de diversas regiões brasileiras; o produto será comercializado a partir de 2010. O chip permite a rastreabilidade das informações sobre os animais de forma totalmente eletrônica. O brinco com o chip funciona como uma identidade eletrônica do boi, incluindo dados como data de nascimento, vacinas e manejo. Tudo fica armazenado no sistema desenvolvido para rastreabilidade.
Site: http://www.ceitec-sa.com/
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terça-feira, 8 de setembro de 2009

RIBEIRÃO VENCE DISPUTA E CONTINUARÁ SEDE DA AGRISHOW

Entidades promotoras da Agrishow, principal feira do agronegócio da América Latina, assinam amanhã renovação do convênio com o governo de São Paulo para prorrogar, até 2014, a cessão da área do estado em Ribeirão Preto (SP) onde o evento é realizado há 16 anos. O anúncio ocorrerá em São Paulo (SP), na sede da Sociedade Rural Brasileira (SRB), cujo presidente, Cesário Ramalho, também comanda a Agrishow. Na ocasião, será anunciado ainda um novo plano diretor para a utilização da área onde é realizada a Agrishow.
O plano prevê, entre outras mudanças, a ampliação de 190 para mais de 200 hectares da área da feira, a alteração no local de exposição, a construção de marginais de acesso e de uma nova entrada, exclusiva para a Agrishow. "Vencemos, junto com a Secretaria de Agricultura, barreiras horrorosas, como as que impediam investimentos privados e ampliação na área", disse Ramalho. Ele admitiu que será difícil ocupar todos os espaços na feira em 2010 com a ampliação da área. "Acho até que não iremos vender toda a área, mas teremos espaço para que ela cresça nos próximos cinco anos". Com o crescimento, os organizadores esperam atrair para a feira, dominada até então por máquinas agrícolas, outras empresas do agronegócio, como produtoras de sementes, insumos, fertilizantes e irrigação.
Em 2010, a feira irá contar com o retorno das grandes montadoras de tratores e colheitadeiras, que boicotaram a Agrishow em 2009 alegando restrição de gastos. Há ainda a previsão de que a área seja utilizada também no segundo semestre para a realização de outro evento, pois a Agrishow é realizada entre a última semana de abril e a primeira de maio.
"Temos ideia de fazer o maior aproveitamento possível da área, mas não há ainda uma proposta clara", afirmou Ramalho. O novo plano diretor vai atender ainda a demanda dos técnicos do Centro de Cana do Instituto Agronômico (IAC), cuja área integra parte da propriedade do Estado onde é realizada a Agrishow e que agora será independente.
A definição da Agrishow em Ribeirão Preto encerra uma guerra política com a vitória da prefeita local, Dárcy Vera (DEM), diante do governo petista que comanda São Carlos (SP) desde 2001. São Carlos lutou para levar a feira com o investimento, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e com o governo federal, na construção da Cidade da Energia.
Fonte: DCI
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domingo, 30 de agosto de 2009

UNESP DESENVOLVE TÉCNICA PARA MELHORAR O APROVEITAMENTO DO ALIMENTO PELO ANIMAL

Unesp desenvolve técnica de esmagamento pós-colheita do milho. Processamento melhora, em média, 30% o aproveitamento do alimento pelo animal.
No método tradicional, a forragem utilizada para alimentar os animais tem início no campo quando as máquinas colhem e picam as plantas que serão levadas até o silo e depois compactadas para o armazenamento. No sistema desenvolvido pelos pesquisadores da Unesp de Botucatu e liderado pelo professor Ciniro Costa, do Departamento de Melhoramento e Nutrição Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ), este procedimento ganha uma nova fase: a do esmagamento do material após a colheita por um sistema de rolos compressores que são regulados para que nenhum grão passe intacto pelo mecanismo.
Segundo o zootecnista Ciniro Costa, durante essa etapa, ocorre a quebra do pericarpo, ou seja, da película de celulose que envolve o grão de milho completamente desenvolvido. Isto facilita o ataque dos microorganismos ruminais e das enzimas do trato digestório do animal aos nutrientes contidos no grão, aumentando o aproveitamento do amido em 15%. "De modo geral, este processamento melhora em média 30% o aproveitamento do alimento pelo animal, sugerindo em tese, uma menor quantidade de alimento fornecido".
De acordo com Cirino, o novo procedimento aumentou o intervalo ou janela de colheita da planta para até duas semanas. No processo de esmagamento, a colheita pode ocorrer mesmo depois de passado o ponto ideal e há um aumento médio de 30% na degradabilidade do material. O pesquisador explica que sem o esmagamento, e pelo fato da cultura se encontrar em um estádio mais avançado de maturação, grande parte dos nutrientes não seriam absorvidos ou aproveitados pelo animal e seriam perdidos nas fezes.
A próxima etapa do estudo é desenvolver uma colhedora de milho para ensilagem que já vai contar com o dispositivo apropriado para esmagar os grãos que escapam durante a picagem do material.
Fonte: Revista DBO
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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

GOVERNO DE SÃO PAULO REDUZ A ZERO O ICMS DA CARNE

Carnes: Governo de SP reduz a zero ICMS para o setor.
A medida beneficia setores industriais, atacadistas e empresas de varejo de carnes bovina, suína e de aves.
A partir da próxima terça-feira, 1º de setembro, entra em vigor no Estado de São Paulo regime especial de tributação que isenta a produção e comercialização de carnes e produtos resultantes de abate em frigorífico paulista da cobrança do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS). A medida reduz a carga tributária de 7% para zero.
A isenção do ICMS simplifica todo o processo da escrituração das operações que envolvem os produtos beneficiados e as atividades de fiscalização. O decreto 54.650/2009, assinado pelo governador José Serra, reduz a burocracia para as empresas, favorece os consumidores e, ao mesmo tempo, resguarda a competitividade da economia paulista, desestimulando a guerra fiscal entre os Estados.
A medida abrange a distribuição de carnes e demais produtos comestíveis frescos, resfriados, congelados, salgados, secos ou temperados, resultantes do abate de aves, leporídeos (coelhos e lebres) e animais dos rebanhos bovino, bufalino, caprino, ovino e suíno.
Fonte: DCI
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sexta-feira, 7 de agosto de 2009

BAGAÇO DE CANA PODE VIRAR GÁS E DEPOIS ÁLCOOL

A transformação de caldo em etanol aproveita somente um terço do potencial energético da cana-de-açúcar. Os outros dois terços estão no bagaço e na palha. O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) está criando, com um grupo de empresas, um projeto para desenvolver uma técnica de gaseificação de biomassa, que permitiria transformar esse material que hoje não é utilizado em vários produtos, como gasolina, diesel, metanol, etanol e fertilizantes. Fechamos um acordo com quatro grandes indústrias químicas do Brasil, definido o modelo de fomento e de propriedade industrial, disse João Fernandes Gomes de Oliveira, diretor-presidente do IPT. Distribuímos o memorando de entendimento, que deve ser assinado até o fim do mês. A planta-piloto de gaseificação será instalada em Piracicaba (SP), em parceria com o Centro de Tecnologia Canavieira (CTC). O IPT tem 30 anos de pesquisa em gaseificação. É uma tecnologia que funciona muito bem na bancada (no laboratório), afirmou Oliveira. O desafio é fazê-la funcionar em escala comercial. O processo de gaseificação de carvão é usado comercialmente na África do Sul há muito tempo, desde a década de 1950. Lá, eles transformam o carvão mineral em gás para depois convertê-lo em diesel e gasolina. Por causa do apartheid (política de segregação racial), eles não podiam importar petróleo, explicou o pesquisador Ademar Hakuo Ushima, do IPT. O centro de gaseificação de biomassa de Piracicaba deve ficar pronto no fim de 2010. A ideia é que a pesquisa dure três anos, com o objetivo de chegar ao término desse período com o domínio de uma técnica que tenha viabilidade comercial. O IPT está submetendo o projeto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), para levantar de R$ 50 milhões a R$ 60 milhões para a pesquisa.
Fonte: Folha de Londrina
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quarta-feira, 29 de julho de 2009

PESQUISADORES CRIAM CARNE BOVINA EM PÓ

Pesquisadores da USP e Unesp criam a carne bovina em pó, a mistura é rica em proteínas de alto valor biológico e ferro.
Pesquisadores da USP e da Unesp criaram a partir de cortes magros de carne bovina uma mistura protéica em pó solúvel para a dieta de pessoas que não podem mastigar alimentos sólidos, atendendo suas necessidades nutricionais. Os testes do produto apontaram boa aceitação da mistura entre pacientes que fizeram cirurgias bariátricas (redução de estômago) e pós-operatório de cirurgias labiopalatinas.
A carne em pó é elaborada com cortes magros da parte dianteira e traseira de carne bovina, obtidos no abate e da desossa dos animais, para que o produto tenha o menor teor possível de gordura saturada. O processo é submetido ao controle de qualidade do Serviço de Inspeção Federal (SIF). A mistura é transfomada em pó, sem a adição de temperos, estabilizantes e corantes industrializados. De fácil manuseio, o produto se dissolve rapidamente em sopas, purês, cremes e patês.
"Numa pessoa adulta, uma porção de 15 a 20 gramas de carne em pó supre as necessidades diárias de proteína animal, ao lado da ingestão de leite e ovos", explica a nutricionista Suely Prieto de Barros, do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC) da USP de Bauru (mais conhecido com Centrinho), uma das responsáveis pelo projeto.
Cada 100 gramas (g) de carne em pó possui 80g de proteínas de alto valor biológico, 335 calorias e apenas 1,6 gramas de gordura. Segundo dados do Inmetro, na mesma quantidade de contra-filé grelhado sem gordura são encontrados 2,02g e no lombo grelhado sem gordura, 3,30g. A idéia dos pesquisadores é oferecer um produto que possa ser encontrado no mercado a um preço acessível.
Uma indústria de alimentos está elaborando as embalagens e um logotipo para o produto. O alimento foi idealizado por Suely e o desenvolvimento científico teve a participação de Silvia Justina Papini-Berto, nutricionista e professora da Faculdade de Medicina da Unesp, em Botucatu, e Maria Inês do Val Maringoni Marques, nutricionista do Centrinho. As pesquisadoras tiveram a colaboração de Roberto Clemiuc e José Luiz Herrera, do Grupo Bertin, na industrialização da mistura proteica em pó.
Fonte: Agência USP
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terça-feira, 28 de julho de 2009

CANA IRRIGADA COM EFLUENTE

Cana irrigada com efluente do esgoto doméstico tem maior produtividade.
Experimentos realizados numa área de cerca de 6 mil metros quadrados na cidade de Lins, em São Paulo, mostraram a viabilidade de utilização de efluentes de esgoto doméstico na irrigação de uma cultura experimental de cana-de-açúcar.“O efluente foi retirado da estação de tratamento de esgoto da cidade. A irrigação com o líquido propiciou uma melhor produtividade da cultura, em relação ao manejo tradicional. A produção foi superior em cerca de 50%”, estima o engenheiro agrônomo Rafael Marques Pereira Leal, aluno do programa de doutorado da Esalq - Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP de Piracicaba.
As pesquisas tiveram início em 2005 quando uma equipe coordenada pelos professores Adolpho José Melfi e Célia Regina Montes, realizou o plantio da cana e passou a irrigar a cultura com efluente de esgoto tratado. Os estudos integram um projeto temático da Fapesp - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.
Segundo Leal, o efluente de esgoto doméstico possui pouca contaminação de metais pesados. “No final do experimento é que constatamos um alto teor de sódio no efluente. Esses teores tendem a aumentar também no solo e, caso não seja manejado, podem ocasionar prejuízos ao solo e à planta”, lembra. “Apesar de propiciar maior produtividade em relação ao cultivo tradicional, a irrigação da cana-de-açúcar com efluente requer cuidados e monitoramentos constantes”, recomenda o engenheiro.
O efluente foi bombeado à plantação após passar por um filtro de areia que reteve algumas partículas em suspensão que poderiam entupir o sistema de irrigação. Ele continha além de água, nitrogênio, fósforo e potássio que são importantes para a cultura. Normalmente, o líquido é lançado em cursos d'água, o que pode ser danoso ao meio ambiente.
Leal lembra que em outros países, principalmente os que possuem climas áridos, como Austrália e Israel, é comum a utilização de efluentes de esgoto na irrigação de diversas culturas. De acordo com Leal, ainda serão necessários estudos que analisem a viabilidade econômica da aplicação de efluentes na irrigação da cana-de-açúcar. “Principalmente porque em alguns locais, com a impossibilidade de canalização do efluente, teríamos custos com o transporte do líquido”.
Fonte: Agência USP
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sexta-feira, 17 de julho de 2009

O BOI AGORA ENGOLE O CHIP

COM NOVA TECNOLOGIA, O BOI AGORA ENGOLE O CHIP.
A tecnologia para rastrear o gado bovino que os pecuaristas brasileiros começam a ter acesso já é usada há cerca de cinco anos por produtores europeus. O chip que armazena as informações de cada animal - e fica no estômago do boi - teve seu uso intensificado a partir de 2004, com a preocupação gerada pela doença da "vaca louca" na Europa, explica Luis Henrique Amadeu, gerente de operações de cerâmica avançada do grupo francês Saint-Gobain, que acaba de lançar essa tecnologia de rastreamento no país.Usando um chip para rastreamento, desenvolvido pela Texas Instruments, a francesa criou e patenteou um "tag" (etiqueta em português) de cerâmica, que pode ser engolido pelo boi. Segundo Amadeu, o chip ou transporder com o número de identidade do animal é envolvido por uma cápsula de cerâmica biocompatível. O material permite que seja introduzido no rúmen (parte do estômago) do animal. "O boi engole e a cápsula se aloja na segunda câmara ruminal e não é expelido até o abate", explica Amadeu.Ele acrescenta que a identificação de cada bovino é feita por radiofreqüência. Assim, o pecuarista que adquire a tecnologia tem também de comprar uma leitora para registrar os dados do chip e uma antena - que lê as informações na frequência do chip - e uma leitora para registrar os dados do "tag".Segundo Amadeu, a tecnologia facilita o manejo de rebanhos bovinos numerosos e a identificação eletrônica permite associar ao animal seus históricos de sanidade, de movimentação, manejos. Além disso, o sistema de identificação pode ser integrado ao Sisbov (sistema de rastreabilidade oficial). Hoje, a maior parte dos animais registrados no sistema são identificados por meio de brincos.Além da Safe Trace, a tecnologia também está sendo testada por pecuaristas do Mato Grosso do Sul. De acordo com Amadeu, cada chip custa R$ 10, e a leitora e antena saem por R$ 6.8 mil.
Fonte: Valor Econômico - Alda do Amaral Rocha
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sexta-feira, 10 de julho de 2009

A PECUÁRIA NÃO É A MAIOR RESPONSÁVEL PELA DESTRUIÇÃO DA CAMADA DE OZÔNIO

Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (USP) mostraram, nesta sexta-feira (10), que a pecuária não é a maior responsável pelas emissões de gases de efeito estufa. O estudo foi apresentado na 20ª reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Carne Bovina, realizada no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “O gado não é o grande vilão da destruição da camada de ozônio”, afirmou o representante do Laboratório de Bioquímica Ambiental do Centro de Energia Nuclear na Agricultura da universidade, Marcelo Galdos. Segundo o pesquisador, ao considerar todos os gases de efeito estufa, como gás carbônico, óxido nitroso e metano, a agropecuária representa apenas 20% do total da emissão mundial. “Há uma distorção dessa imagem do gado como grande emissor. Existe gente querendo parar de comer carne achando que vai ajudar o meio ambiente, quando, na verdade, se estivesse mudando seus hábitos, inclusive de transporte, poderia ter impacto ainda maior”, disse. O estudo aponta, ainda, que a pecuária intensiva, feita com manejo correto, pode gerar energia. O confinamento, onde há grande quantidade de gado em espaço reduzido, é visto como alternativa. Isso porque a concentração de resíduos (esterco) pode ser transformada em energia por meio da biodigestão. “Esse metano, que iria para a atmosfera pela decomposição desse resíduo pode ser usado para gerar energia, substituindo outras fontes”, explicou Marcelo Galdos.
GTA ELETRÔNICA
Ainda durante a reunião, o setor aprovou a adoção da Guia de Trânsito Animal (GTA) eletrônica, que está em fase de experimentação pelo Mapa. O presidente da Câmara Setorial da Carne Bovina, Antenor Nogueira, considera o único documento capaz de mostrar a realidade do boi: onde nasceu, para onde foi, se houve engorda e data de abate. “A GTA dá confiabilidade e ainda mais transparência ao processo criatório no Brasil”, ressaltou.
Fonte: Mapa
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sábado, 2 de maio de 2009

VACINAÇÃO CONTRA AFTOSA COMEÇOU ONTEM

Começou ontem (1°) a primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Febre Aftosa nos rebanhos brasileiros, em 19 estados e no Distrito Federal. A expectativa para este ano é de que 150 milhões de bovídeos (ovelhas, cabras e bois) sejam vacinados. No ano passado, a primeira etapa imunizou mais de 149 milhões. A vacinação permite ao Brasil manter a condição de exportador e importador de carne e animais, além de manter-se livre da febre aftosa. Segundo a coordenadora do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção de Febre Aftosa, Franciane Abrantes Assis, existem atualmente algumas suspeitas identificadas e notificadas que estão sendo investigadas pelo serviço veterinário de cada estado, mas há três anos não há casos da doença no país. “Desde abril de 2006, que o Brasil não apresenta febre aftosa em seus rebanhos. Mas o trabalho de vigilância dos serviços veterinários estaduais estão analisando alguns casos suspeitos em várias regiões do país”, disse Franciane Assis. A meta para este ano é que a cobertura vacinal seja praticamente total em todo o território. “O Brasil tem atingido índices de cobertura vacinal igual a 90% nos últimos anos. Isso permite uma cobertura imunitária do rebanho atingindo a meta esperada pelo programa”, ressalta Franciane. De acordo com Franciane Assis, a vacina de febre aftosa é comprada e aplicada pelo próprio produtor. “Essa forma de participação do produtor funciona muito bem no Brasil, e nós temos produtores hoje muito atuantes. Pois, a vacinação se tornou uma rotina no país. Então os produtores compram e aplicam, depois vão até os escritórios de serviços veterinários do Estado e comunicam a vacinação.”, explica. A fiscalização é feita pelos serviços veterinários estaduais, que supervisionam rotineiramente cada etapa da vacinação. Os agentes responsáveis checam as declarações entregues pelos produtores, caso seja encontrada alguma irregularidade o produtor pode ser penalizado com multa e pode inclusive ter a ficha que permite a movimentação de animais bloqueada. Cada estado estipula o valor da muta que será cobrado. A primeira etapa de imunização ocorre no Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Tocantins, Distrito Federal, em Goiás, Minas Gerais, Rondônia, Sergipe e na Bahia. No Espírito Santo, Paraná , em São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul serão imunizados apenas os bovinos e búfalos com até 24 meses de idade. Até o final do ano, a meta é aplicar cerca de 400 milhões de doses de vacinas nas duas etapas de vacinação.
Fonte: Agência Brasil
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terça-feira, 24 de março de 2009

SÃO PAULO AVANÇA NA VACINAÇÃO CONTRA AFTOSA

Estado avança e vacinação contra aftosa será somente para bovinos até 24 meses
Na etapa de vacinação de maio, os pecuaristas do Estado de São Paulo serão obrigados a vacinar todos os bovinos e bubalinos com até 24 meses de idade. Antes, a obrigatoriedade era para todas as idades. A imunização de todo o rebanho só deverá acontecer uma vez ao ano e ficou determinada para a etapa de novembro. A solicitação do Estado em alterar o calendário de vacinação contra a febre aftosa recebeu parecer favorável do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O avanço do Governo de São Paulo só pôde ocorrer devido aos expressivos índices de imunizações alcançados nas campanhas realizadas, há 13 semestres com cobertura acima de 90% do rebanho, e também porque o Estado não registra nenhum caso da doença há 13 anos (completados em 2009). Segundo o secretário João Sampaio, a conscientização do pecuarista e o trabalho sanitário da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), responsável pela sanidade animal e vegetal, permitiu tal avanço. “Nossa estratégia é caminharmos para a retirada total da vacina, mas vamos gradualmente adotando as medidas necessárias para isso ocorrer”, afirma o secretário. São Paulo tem hoje um rebanho bovino da ordem de 12 milhões de cabeças, mas é um grande corredor de exportação. A cadeia de bovinos é o segundo item na pauta de exportações, totalizando US$ 3,16 bilhões em vendas externas em 2008, e perde somente para o setor sucroalcooleiro (açúcar e álcool).
Fonte: SAA/SP
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sábado, 14 de fevereiro de 2009

GUANDU É NOVA OPÇÃO PARA ALIMENTAR BOVINOS

A Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos, SP) acaba de lançar uma nova variedade de feijão guandu, denominada BRS Mandarim, dirigida principalmente a pecuaristas e a produtores de cana. A nova variedade foi divulgada durante 20ª edição do Show Rural Coopavel, que ocorreu essa semana em Cascavel.
O guandu mandarim apresenta alta produtividade de forragem (parte verde da planta), que é 10% superior à variedade de guandu mais usada no Brasil, e é indicado para a alimentação de bovinos.
Outra característica é a uniformidade de sementes, que resultam em plantas iguais e uniformes, o que não ocorre com as outras variedades, que apresentam muita mistura. Segundo Rodolfo Godoy, coordenador do programa do guandu na Embrapa Pecuária Sudeste, o mandarim tem ainda boa persistência, o que permite uma vida útil de quatro anos, quando bem manejado. Outras variedades chegam apenas ao segundo ano. Além disso, é moderadamente resistente à macrophomina, fungo que ataca as raízes e mata a planta.
O mandarim possibilitou uma redução de 21% no custo de alimentação em experimentos realizados com novilhas leiteiras. Também se verificou uma redução de 8% no custo por kg de ganho de peso nessas novilhas, devido à redução de concentrado (soja, milho, rações) e fornecimento, na forma de guandu picado, de aproximadamente 20% da ingestão total de matéria seca.
A nova variedade é também indicada para os produtores de cana, para uso na rotação de parte do canavial a cada cinco anos, A planta favorece a descompactação do solo e fixação de nitrogênio.
Os trabalhos foram desenvolvidos em parceria com a Unipast, Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras Tropicais e Embrapa Transferência de Tecnologia (sede e Escritório de Negócios de Campinas, SP).
O nome Mandarim foi dado devido à origem asiática do guandu. A planta provavelmente surgiu na China, que é parceira do Brasil e mantém intercâmbio com a Embrapa.
As diversas variedades de guandu fixam nitrogênio no solo a partir da atmosfera, tem alto teor de proteínas – cerca de 20% – , boa resistência à seca (possui raízes profundas que conseguem buscar água nas camadas mais profundas do solo), além de boa digestibilidade nos bovinos. A leguminosa é rústica, o que facilita sua implantação e manejo, inclusive em solos de baixa fertilidade. Mas não tolera encharcamento e necessita de alta luminosidade durante a formação das vagens.
O lançamento oficial da variedade mandarim será em 28 de abril, em dia de campo na Embrapa Pecuária Sudeste, em São Carlos. Mas as sementes já estão comercializadas por algumas empresas privadas.
Fonte: Folha de Londrina
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domingo, 1 de fevereiro de 2009

PESQUISADORES DESENVOLVEM TORTA DE MAMONA PARA RAÇÃO ANIMAL

Pesquisas da Embrapa Agroindústria de Alimentos, do Rio de Janeiro/RJ, apontam o uso da torta de mamona como ração para animais de médio e grande porte. No Brasil, atualmente, a torta é utilizada apenas como adubo orgânico em jardinagem porque contém altos teores de nitrogênio, potássio e fósforo e, ainda, age como controladora de vermes do solo. O produto será apresentado no Show Rural Coopavel, exposição em Cascavel/PR, que acontecerá de 9 a 13 de fevereiro.
Para tornar a ração um produto viável é preciso neutralizar as substâncias tóxicas e alergênicas presentes nas sementes da mamona. “A equação destas variáveis determinará o processo mais eficiente para tornar a ração um produto seguro e de qualidade nutricional para animais. Essa iniciativa interessa aos produtores de mamona que poderão criar sistemas mais integrados de lavoura e pecuária, otimizando os recursos via aproveitamento de co-produtos (resíduos) da extração do óleo de mamona”, afirmou o pesquisador da Embrapa José Luis Asqueri.
Show Rural Coopavel - O evento reúne produtores, empresários, técnicos e pesquisadores para discutir inovações na agricultura familiar, agroindústria, agroecologia, integração lavoura-pecuária, biotecnologia, informática e meio ambiente. As tecnologias da Embrapa estarão organizadas em dois espaços: a Casa da Embrapa e a Vitrine Tecnológica.
Fonte: Mapa

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

BESOURO É USADO PARA CONTROLAR PARASITOS DO GADO

Criado em laboratório pelo Núcleo de Estudo e Pesquisa em Produção Animal (Neppa) da Faculdade de Agronomia da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Campus 9 (Barreiras), o besouro ‘rola-bosta’ africano (Digitonthophagus gazella) é usado em programas de controle biológico de parasitos do gado, principalmente a mosca-dos-chifres e as verminoses, que causam prejuízos à pecuária. O interesse de pesquisadores e pecuaristas por besouros coprófagos se deu a partir de 1960, com a observação de que milhões de toneladas de excrementos de bovinos se acumulavam anualmente na superfície das pastagens australianas. A grande quantidade de fezes acumuladas na superfície do solo promoveu a perda de pastagens (rejeição de forragem contaminada com excrementos) e o aumento do número de helmintos e moscas (principalmente a mosca-dos-chifres), prejudiciais ao gado. A aplicação de grandes quantidades de produtos químicos para proteção dos rebanhos tornou as moscas resistentes e ocasionou problemas de resíduos químicos na carne produzida. Assim, a Austrália iniciou um programa de controle biológico introduzindo besouros coprófagos exóticos adaptados às fezes bovinas. A pecuária brasileira enfrenta diversos problemas sanitários no rebanho, sendo a mosca-dos-chifres e as verminoses muito comuns. No caso da mosca-dos-chifres, vários métodos químicos já foram utilizados para combatê-la, mas o uso desordenado de endectocidas e de agrotóxicos tem causado um significativo impacto ambiental, além de aumentar os custos de produção. Outra desvantagem do controle exclusivamente químico é que os parasitos criam resistência ao princípio ativo do produto. A eficiência dos besouros coprófagos em reduzir a população de larvas de nematódeos gastrintestinais tem sido observada em diversos trabalhos. Os nematódeos parasitos causam prejuízos ao rebanho, reduzindo o ganho de peso e aumentando o índice de mortalidade.
SOLUÇÃO NATURAL
As massas fecais de bovinos podem permanecer nas áreas de pastagens durante oito a nove meses, constituindo-se em uma ameaça de ordem sanitária ao rebanho, devido aos parasitos a elas associados. Temporariamente, esses excrementos reduzem a área útil da pastagem pela rejeição da forragem contaminada. E a solução natural para combater esses parasitos vem do besouro ‘rola-bosta’ africano. A grande eficiência está no fato desse inseto enterrar rapidamente os dejetos dos animais, interrompendo o ciclo de vida dos parasitos na fase de desenvolvimento que ocorre nas fezes. Consequentemente, os besouros coprófagos se constituem em uma maneira econômica e prática de incorporação de massas fecais ao solo, reduzindo larvas de moscas e nematódeos, além de contribuir para a reciclagem de nutrientes na pastagem. O Digitonthophagus gazella é um coleóptero coprófago originário da África e por ser utilizado em vários países em programas de controle biológico foi importado do Texas (EUA) para o Brasil, em outubro de 1989, pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), conforme autorização da Portaria 28, de 22 de julho de 1988, da Secretaria de Defesa Sanitária Vegetal. Esse inseto, que tem pouco mais de 1,5 centímetro, vive cavando galerias no solo e enterrando as fezes a uma profundidade de 25 centímetros, onde faz seus ninhos. As fêmeas não possuem chifres e têm as pernas mais curtas que os machos. Um casal de besouros africanos chega a enterrar cerca de sete quilos de fezes por ano e destroi um bolo fecal em 48 horas – dez vezes mais que o besouro brasileiro (Dichotomius anaglypticus). A evolução da espécie africana pela seleção natural se deu em um continente com grandes rebanhos de mamíferos selvagens, como elefantes, rinocerontes, girafas, antílopes, zebras, entre outros, resultando em grande quantidade de fezes, diferentemente da América. No Brasil, houve um crescimento muito grande no efetivo populacional de bovinos nos últimos 40 anos e por isso a fauna nativa não tinha tido tamanha oferta de excrementos de bovinos.
Fonte: Governo da Bahia
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